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24-02-2010

Natureza Vive na Gulbenkian

Josefa de Ayala (1630-1684) Natureza-Morta com Docese Barros, 1676 Óleo sobre tela, 85 x 160,5 cm Santarém, Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire ©Santarém, Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire / Foto Carlos Azevedo

Josefa de Ayala (1630-1684) Natureza-Morta com Docese Barros, 1676 Óleo sobre tela, 85 x 160,5 cm Santarém, Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire ©Santarém, Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire / Foto Carlos Azevedo



Um género de pintura tido como menor durante alguns séculos, agora tratado e trazido por especialistas internacionais à Gulbenkian, na exposição A Perspectiva das Coisas: A Natureza-morta na Europa.
Uma mostra que reúne os nomes fundamentais deste tema e alguns da pintura dos séculos XVII e XVIII e que se propõe ser apenas a primeira parte de uma incursão que irá até ao género no século XX. A diversidade em confronto pela mão do curador Peter Cherry, que põe frente a frente “imagens conciliadoras de satisfação material podem conter igualmente mensagens morais sobre os conceitos de abundância e consumo, mas também uma chamada de atenção para a transitoriedade da vida, sobretudo evidente nos exemplos presentes da secular tradição da Vanitas, tanto nos países católicos como nos protestantes.”

Até 2 de Março na Galeria de Exposições Temporárias da Sede da Gulbenkian
Link: http://www.gulbenkian.pt


Samuel van Hoogstraten (1627-78) Natureza-Morta em Trompe l'oeil, 1664 Óleo sobre tela, 45,5 x 57,5 cm Dordrecht, Dordrechts Museum © Dordrecht, Dordrechts Museum

Samuel van Hoogstraten (1627-78) Natureza-Morta em Trompe l'oeil, 1664 Óleo sobre tela, 45,5 x 57,5 cm Dordrecht, Dordrechts Museum © Dordrecht, Dordrechts Museum